Portal da Cidade Cabreúva

Conscientização

Setembro traz dois alertas: inclusão e saúde mental

Mês chama atenção para os direitos das pessoas com deficiência e a importância de cuidar da saúde emocional.

Publicado em 24/09/2025 às 13:56
Atualizado em

Monica Monteiro - Especialista em Direito da Pessoa com Deficiência (Foto: Internet)

Setembro é um mês de consciência e de cuidado. É tempo de refletir sobre duas causas: o Setembro Verde, que fala da inclusão da pessoa com deficiência, e o Setembro Amarelo, que traz a prevenção do suicídio.

Setembro Verde – Inclusão todos os dias
A inclusão não pode ser lembrada apenas em datas, ela precisa estar presente em todos os setores e em todos os lugares: nas escolas, nos hospitais, nas empresas, nos transportes, nas igrejas, nos espaços de lazer. Incluir é pensar em acessibilidade física, mas também em acessibilidade comunicacional, digital e atitudinal.
  • Quando uma criança com deficiência encontra uma escola preparada, ela aprende com dignidade.
  • Quando um trabalhador PcD é respeitado em sua função, ele mostra seu potencial.
  • Quando a cidade pensa em acessibilidade, todos saem ganhando: idosos, gestantes, pessoas com mobilidade reduzida.
O Setembro Verde nos lembra que inclusão não é favor, é direito. E que cada gesto de acolhimento abre caminhos para uma sociedade mais justa e humana.

Setembro Amarelo – Falar é salvar
Ao lado desse chamado pela inclusão, o Setembro Amarelo traz outro alerta: precisamos falar sobre saúde mental e prevenção ao suicídio. O sofrimento emocional é real e precisa ser levado a sério. Muitas vezes, um amigo ou familiar pode ser a chave para que alguém não desista da vida.
  • O silêncio nunca deve ser a resposta.
  • O acolhimento pode ser o início do tratamento.
  • O respeito pode ser a força que alguém precisa para continuar.
Não minimize frases como “não aguento mais” ou “estou cansado de tudo”. Elas podem ser um pedido de ajuda. É papel de todos nós ouvir, apoiar e incentivar a busca por acompanhamento médico e psicológico.

Assim como a inclusão exige ação no cotidiano, a prevenção também exige cuidado diário com quem está ao nosso lado.

Indicação de Filme: “O Mínimo para Viver” (To the Bone)
Para refletir sobre a importância de falar, acolher e respeitar, indico o filme “O Mínimo para Viver” (To the Bone), disponível na Netflix. A obra acompanha a jovem Ellen, que enfrenta um transtorno alimentar e mostra como o apoio da família, dos amigos e do tratamento especializado podem transformar trajetórias de dor em caminhos de esperança.

 
Vamos juntos transformar setembro em um mês de mudança real?
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Fonte: Portal da Cidade Cabreúva

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