Portal da Cidade Cabreúva

Papo de Especialista

São Paulo celebrou em 7 de novembro o Dia da Síndrome de Williams

Instituída em São Paulo, a data lembra os desafios e encantos de quem vive com essa síndrome genética rara, reforçando a luta por inclusão

Publicado em 07/11/2025 às 11:22
Atualizado em

Monica Monteiro - Especialista em Direito da Pessoa com Deficiência (Foto: Internet)

Hoje, 7 de novembro, celebramos o dia Estadual da Síndrome de Williams, uma data criada para dar visibilidade, amor e informação sobre essa condição genética rara, que afeta cerca de 1 em cada 10 mil pessoas no mundo.

A Síndrome de Williams é causada por uma pequena deleção no cromossomo 7 e pode trazer características únicas, tanto físicas quanto comportamentais. Pessoas com essa síndrome costumam ter traços faciais delicados, um sorriso marcante, dificuldades de aprendizado em algumas áreas, mas uma sensibilidade musical e social extraordinária. São pessoas afetuosas, empáticas e com uma capacidade de enxergar o mundo com o coração.

Mas nem tudo é leveza.

Por trás do sorriso fácil e da vontade de abraçar o mundo, há também desafios: dificuldades de aprendizado, questões cardíacas, sensibilidade auditiva, ansiedade e outras condições de saúde que exigem acompanhamento contínuo.

Por isso, falar sobre a Síndrome de Williams é falar de inclusão, acolhimento e oportunidades reais de desenvolvimento.

Como mãe da Maria Fernanda, que tem Síndrome de Williams, aprendi que o diagnóstico não é o fim, é o começo de uma nova forma de enxergar a vida. 

Aprendi que a felicidade está em celebrar cada conquista, por menor que pareça, e em lutar todos os dias para que a sociedade olhe para as pessoas com deficiência não com pena, mas com respeito e encantamento.

Que neste Dia Nacional da Síndrome de Williams, possamos:

- Divulgar informações corretas.

- Acolher famílias que estão recebendo o diagnóstico.

- Falar sobre inclusão nas escolas, nos serviços de saúde e na comunidade.

- E, acima de tudo, ver o potencial antes da limitação.

Afinal, como eu sempre digo:

“A inclusão começa quando a gente aprende a enxergar o outro como ele é, e não como gostaríamos que fosse.”

Se você conhece alguém com Síndrome de Williams, abrace, escute e aprenda com ela.

Redes Sociais: @eumonicaelafernanda. WhatsApp: (11) 94045-4976


Fonte: Monica Monteiro

Participe do grupo do Portal da Cidade no WhatsApp