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Cobrando providência

Mãe denuncia agressão contra criança em creche do Novo Bonfim

Professora é acusada de morder aluno e caso gera indignação

Publicado em 22/03/2025 às 11:13

Mãe denuncia agressão contra criança em creche do Novo Bonfim e cobra providências das autoridades (Foto: Internet)

Um caso registrado na Emeb Olga, no Novo Bonfim, tem gerado forte revolta entre pais de alunos e membros da comunidade escolar. A denúncia partiu da mãe de uma criança de dois anos, que afirma ter sido informada pela direção da unidade de ensino que seu filho foi mordido por uma professora dentro da sala de aula, como forma de “educação”.

Segundo o relato, o episódio ocorreu na terça-feira (18), e no dia seguinte duas auxiliares de sala que presenciaram o fato relataram o ocorrido à direção da escola, que comunicou imediatamente os pais da criança. O Conselho Tutelar também foi acionado e recomendou que a família levasse o menino ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito.

Ainda de acordo com a mãe, a creche prestou apoio durante todo o processo, mas, apesar da gravidade da denúncia e do envolvimento de diferentes órgãos, a profissional acusada não foi desligada da rede municipal. “O corregedor da prefeitura não autorizou a demissão da professora. Apenas sugeriu que meu filho fosse transferido de sala”, afirmou a mãe, em uma manifestação pública feita nas redes sociais.

Ela ainda relata que a professora possui histórico de transferências entre creches e já teria sido suspensa anteriormente. Mesmo assim, continua atuando na rede municipal de ensino. “Quantas crianças mais ela vai morder? Ou fazer coisas que não conseguimos ver?”, questiona, demonstrando preocupação com outras possíveis vítimas e cobrando providências.

A situação também tem afetado o andamento das aulas na turma, que hoje convive com a constante troca de profissionais, já que a professora vai à escola apenas duas vezes por semana. “As crianças estão assustadas, cada dia é um substituto diferente”, relatou a mãe.

Até o momento, a Prefeitura de Cabreúva não se manifestou oficialmente sobre o caso.

Fonte: Portal da Cidade Cabreúva

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